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Fisioterapia
Dia Mundial do Parkinson -11 abril
Todos sabem que o sistema nervoso central é a parte mais nobre do organismo que com passar dos anos sofre de um processo degenerativo, tanto devido a arterioesclerose ( colesterol depositados nas artérias do cérebro, causando os derrames ) como ao deposito de substancias complexas nos neurônios que complicam a memória, os movimentos do corpo que são comandados pelas ordens enviadas do cérebro) como isso ocorre com a idade são chamados de doenças degenerativas Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) as doenças neurológicas, degenerativas como demências (Alzheimer) e a doença de Parkinson, afetam até 1 bilhão de pessoas no mundo todo e a proporção está crescendo com o envelhecimento da população mundial As doenças neurológicas incluindo os derrames, o mal de Parkinson e lesões cerebrais - matam cerca de 6,8 milhões de pessoas por ano, o que equivale a 12% de todas as mortes do mundo.
As doenças neurológicas estão atingindo uma proporção significativa nos países com uma porcentagem crescente de população com mais de 65 anos; O mal de Parkinson, por exemplo, atinge 1% da população mundial acima dessa idade. Cerca de 50 milhões no mundo sofre de epilepsia( que não é doença degenerativa), a maioria dos epilépticos vivem nos países em desenvolvimento, aonde a enorme maioria não toma regularmente medicamentos para impedir as convulsões.
Pesquisas recentes apontam que o número de pessoas afetadas pelo mal de Parkinson deve dobrar, em 23 anos, nos 16 principais países do mundo, incluindo o Brasil. A doença, que tem o poder de degenerar o sistema nervoso central, tem maior incidência entre pessoas acima dos 65 anos. No Brasil, cerca de 400 mil pessoas são portadoras da doença e, de acordo com a OMS - Organização Mundial da Saúde, 1% da população mundial acima de 65 anos sofre desse mal. Para chamar a atenção do mundo sobre a doença, foi criado o ?Dia Mundial do Parkinson? que acontece todo dia 11 de abril.
A Doença de Parkinson, é neuro degenerativa, que causa novimentos repetitivos e não tem cura, e destrói os neurônios produtores de dopamina (neurotransmissor que estimula o sistema nervoso central) no cérebro. O tratamento mais comum é feito à base de medicamentos. Mas já existem cirurgias neurológicas para tratar o mal de Parkinson, além de distonia (espasmos musculares involuntários que produzem movimentos e posturas anormais), epilepsia, coreia (doença que afeta as capacidades motoras individuais, bem como as capacidades intelectuais e emocionais), síndrome de Gilles de la Tourette (caracterizada por movimentos musculares repetitivos e arroubos vocais, repetições da mesma frase inúmeras vezes, sem perceber ) entre outros distúrbios.
O principal distúrbio de movimento tratado cirurgicamente é a doença de Parkinson. A cirurgia é reservada apenas para problemas refratários ao tratamento medicamentoso e visa a modular a atividade anormal de determinados núcleos profundos cerebrais relacionados ao controle do movimento. O procedimento se resume a métodos avançados de computação gráfica que determinam a precisa localização e implantação de eletrodos que modulam circuitos cerebrais responsáveis pelos sintomas da doença.Essa cirurgia já é realizada rotineiramente no Brasil
Essa cirurgia é chamada de neurocirurgia funcional M.Poukfar e colaboradores neurocirurgiões indianos investigaram se a simples inserção de eletrodos para a estimulação cerebral profunda do núcleo subtalâmico pode alterar metabolismo cerebral regional, na ausência de estimulação. Seis pacientes com doença de Parkinson fizeram no pré-operatório PET scan ( uma ressonância com uma localização especifica em detalhes das células neurológicas) , e novamente após o implante de eletrodos de estimulação desligado. Os resultados mostraram que utilização de glicose foi reduzida no pós-operatório fora da estimulação em algumas partes do cérebro Esses achados sugerem que o implante do eletrodo pode transmitir uma micro lesão na função cerebral regional, sem atrapalhar os benefícios clínicos do metodo


veja www.intramed.uol.com.br



Fonte: J Neurosurg. 2009 Mar 20

 

 

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