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Psicologia
Adoção de filhos
A adoção constitui uma maneira legal de organizar outras formas de relações de filiação e se faz presente no cotidiano das sociedades desde os primórdios da humanidade. No entanto, este tema ainda é permeado na atualidade por mitos, estigmas e omissões, mesmo após tantas modificações de ordem ética, política, social, jurídica, de costumes e comportamentos.Há inúmeros fatores que levam uma pessoa a querer adotar, o motivo prevalente é a infertilidade.
A adoção muitas vezes é encarada como um encontro de dores ,sofrimento dos pais, que não podem gerar e o desamparo da criança, que não pode ser amparada pelos pais biológicos. Outras vezes a adoção é vista como um evento carregado de incertezas quanto ao que virá pela frente, uma aventura temerária de rumos imprevisíveis.
Conhecer as reais necessidades psicológicas que levam pais a constituírem família via adoção tem sido considerado um aspecto fundamental para proporcionar maior grau de satisfação das famílias e da criança adotada. Muito se tem discutido a respeito dos requisitos parentais necessários para prover a satisfação, embora nunca completa, das necessidades da criança, de modo a contemplar o seu direito ao convívio familiar, garantido na realidade brasileira pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
O ato de adotar é entremeado por uma série de significados culturalmente construídos, que vão produzir configurações e desfechos diversificados, dependendo das distintas formas de se lidar com cada situação. Do ponto de vista psicológico, inúmeras fantasias e preconceitos permeiam a trajetória do processo de adoção, como sentimentos de culpa, fantasia de punição, temor da desaprovação e crítica social, entre outro o que indica a necessidade de investigar detidamente os significados atribuídos a essa experiência por parte de pais que adotaram ou que pretendem adotar.(Fabio Scorsolini-Comin e colaborador in Veiculo, 2008)
Embora a maioria dos bebês nos Estados Unidos ainda nascem de mulheres em seus 20s e 30s, a taxa de natalidade para as mulheres de 40 a 44, esta crescendo ha uma década. Não faz muito tempo, as mulheres com mais velhas de 30 anos eram considerados de alto risco, e estritamente no sentido médico, eles ainda são. Controle de natalidade, carreira , facilidade de adoção, avanços na tratamentos fertilidade têm agido em conjunto para criar uma crescente onda de dos pais de primeira vez que estão na faixa dos 40 e mais além. D.L Leonetti e colaborador da Universidade de Washington, Seattle afirma que havia muito pouco apoio para as mulheres em seus 40 anos com filhos mais novos. As mulheres na faixa dos 40 e 50 tem agora muitos locais em atividades de grupos para falar de seus problemas como por exemplo estar na menopausa e ter de cuidar de uma criança.

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Fonte: Am J Hum Biol. 2009 21

 

 

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