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Fisioterapia
Calcificações na mama
Foi realizado o 27º Congresso Brasileiro de Patologia, em Búzios (RJ).Um dos temas abordados foi a gestão do controle do câncer de mama no Brasil, apresentado pela responsável pela Divisão de Atenção Oncológica do Conprev ? Coordenação de Prevenção e Vigilância do ministério da Saude, Ana Ramalho. Segundo a palestrante, são estimados 4.500 novos casos de câncer de mama para este ano. Com aproximadamente 15 milhões de mulheres na faixa de 50 e 69 anos e 12,6 milhões entre 40 e 49, a incidência é de 191 habitantes brasileiros por 1 milhão habitantes brasileiras terão câncer de mama. Existem 3.923 mamógrafos no Brasil, sendo que 1.656 são do SUS que realizou no ano passado cerca de 2,7 milhões de exames na população. Apresentado pelo Dr. Marcos Fernando Moraes, ex-diretor geral do Inca falou sobre o tumor de ovário que é o responsável pelo maior número de mortes entre os casos de câncer ginecológico e a quinta causa de mortalidade por câncer em mulheres. Esse Congresso é dirigido aos médicos que trabalham no laboratório de patologia que examinam as peças que são retiradas das cirurgias. A interação entre a oncologia e anatomia patológica é que permite a evolução dos conceitos de cura e evolução dos tratamentos dos tumores.
O Estado do Rio de Janeiro registrou, em 2008, mais de sete mil novos casos de câncer de mama, o que o torna o primeiro no ranking de incidência de tumores de mama e segundo no de próstata do País. A estimativa é que no próximo ano, os cânceres serão a maior causa de morte no mundo.
O procedimento de retirada do tecido para a biópsia é rápido e simples. A biópsia é crucial para o diagnóstico correto, pois mostra como o tumor está distribuído no tecido. Com o laudo nas mãos, o mastologista( ginecologista especialista em mamas) tem condições de definir o tratamento mais eficaz, seja ele cirúrgico, radioterapêutico ou mesmo medicamentoso.
As mulheres com idade superior a 40 anos devem fazer a mamografia. A partir desta idade, a atenção deve ser redobrada, pois o risco de surgir o tumor é maior. Quando diagnosticado na fase inicial, a chance de cura é muito maior. M.A Muttarak e colaboradores da Universidade de Chiang Mai, Tailândia declara que a maioria das calcificações encontradas em mamografias são benignas. No entanto, as calcificações são importantes porque eles podem ser o primeiro sinal de malignidade. Para a detenção e análise de microcalcificações, imagens de alta qualidade e exames de ampliação são necessárias. O Colégio Americano de Radiologia (ACR) Breast Imaging Reporting and Data System (BI-RADS) classifica calcificações em mamografias em três categorias: típico nivel benigna, intermediária e alta probabilidade de malignidade, de acordo com os tipos e distribuição das calcificações. Calcificações benignas são geralmente maiores, mais grossos, redondos, com margens lisas e têm uma distribuição dispersa ou difusa. Calcificações malignas são geralmente agrupadas ou pleomórficas(variadas formas), com ramificação. É importante que os radiologistas para detectar, avaliar, classificar e fornecer recomendações adequadas para calcificações percebido em mamogramas para proporcionar uma boa gestão







Fonte: Singapore Med J. 2009 Sep;50(9):907-13

 

 

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