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Fisioterapia
Níveis de leptina e Alzheimer.
A leptina adipocina considerado o hormônio do apetite tem outras funções: facilita a potencialização de longo prazo na plasticidade sináptica no hipocampo (região interna do cérebro), promove o afastamento da proteína beta-amilóide(causa do Alzheimer), alem de melhorar a função de memória em modelos animais de envelhecimento e na doença de Alzheimer (DA). W.Lieb e epidemiologistas do Framingham Heart Study de Massachusetts relacionam as concentrações basais de leptina circulante em uma amostra de indivíduos sem demência, comparados a indivíduos com demência da DA com acompanhamento medidas de envelhecimento cerebral na ressonância magnética (MRI) Estudo prospectivo das concentrações plasmáticas de leptina medida em 785 indivíduos sem demência (média idade, 79 mais ou menos 5 anos, 62% mulheres), que estavam na coorte de Framingham original ( 1990-1994). Uma subamostra de 198 pacientes com demência foram submetidos avaliação volumétrica do cérebro entre 1999 e 2005, cerca de 7,7 anos após a dosagem de leptina . Duas medidas de envelhecimento do cérebro, o volume total do cérebro e do volume cerebral corno temporal (que é inversamente proporcional ao volume do hipocampo) foi avaliado. Durante um acompanhamento mediano de 8,3 anos (variação, 0-15,5 anos), 111 participantes desenvolveram uma demência sendo que 89 tinham DA. Níveis mais altos de leptina foi associada a um menor risco de incidência de demência DA. Concluem os autores que a leptina circulante foi associado com uma redução da incidência de demência e DA e com um volume cerebral em idosos assintomáticos.




Fonte: JAMA. 2009 16 Dez, 302 (23) :2565-72.

 

 

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