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Reumatismo
Biologia molecular e o reumatismo
A Proteína C reativa (PCR), um exame pouco específico, atualmente é considerado, quando está aumentado, um marcador sangüíneo de inflamação sistêmica, que deve ser valorizado, no diagnóstico das doenças reumáticas, em conjunto com outros exames da série reumatológica. A PCR, depois de inúmeros trabalhos comprovátorios, é também um preditor de eventos cardiovasculares e acidente vascular cerebral.
Atualmente a reumatologia está pesquisando, através da biologia molecular, novos testes de diagnóstico, que são resumidos por E.Kunisch e colaboradores, da Universidade de Jena (Alemanha), nos seguintes itens: 1) presença de aberrações cromossômicas nos fibroblastos/macrófagos da sinovial de articulações com inflamações crônicas do tipo reumáticas; 2) Clonacidade de células (expansão oligoclonal de vários tipos de células da sinovial, tais como: células T, B e fibroblastos; 3) importância dos fatores genéticos, incluídos nas descobertas do genoma (nos genes susceptíveis de causar a artrite); 4) a presença de mutações em genes básicos do ciclo celular (p53r proto-oncôgenes da membrana sinovial); 5) padrões de expressão de gene pela hibridização.
Segundo esses autores, com todos esses exames melhor estudados, as doenças reumatológicas poderão chegar ao requinte de terem tratamentos especiais para cada paciente, segundo o seu perfil molecular, e, não segundo o tipo de sua doença.
Fonte: Z Rheumatol 2002;61 Suppl 2:II1-II5

 

 

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