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Fisioterapia
Doença Respiratória no Verão
No verão, com mais chuvas e ventos, quem tem doença respiratória de base sofre mais pela oscilação de temperatura do que pelo clima. Essas mudanças provocam o aumento da incidência de resfriado, faringite e até pneumonia.
Aparelhos de ar-condicionado são também vilões desta época do ano. Por causa deles, os cílios responsáveis pela limpeza da mucosa respiratória ficam mais lentos, acumulando o muco protetor nas vias áreas e, como consequência disto, as bactérias e os vírus conseguem se implantar nestas regiões.
Estes aparelhos devem passar por uma limpeza frequente para evitar a proliferação de ácaros, fungos e bactérias que se acumulam nos filtros do aparelho e são liberados no ar. Eles podem invadir as vias aéreas criando lesões inflamatórias/infecciosas, como as pneumonias ou alergias. Um adulto gripado que trabalha num escritório fechado com aparelho de ar-condicionado ligado pode disseminar o vírus para aproximadamente 70% das pessoas daquele ambiente.
Estudos epidemiológicos e profissionais demonstraram que as partículas atmosféricas (PM) e partículas de escape dos motores diesel (DEP) exercem efeitos deletérios sobre a saúde humana cardiopulmonar, incluindo exacerbação de doença pulmonar pré-existentes e o desenvolvimento de infecções respiratórias, associados aos efeitos do verão Os efeitos da PM no ambiente que alteram a resposta das células do pulmão são mal definidas.K.Sawyer e colaboradores pneumologistas da Universidade da Carolina do Norte, fazem comparações no verão e inverno americano e concluem que inúmeros fatores ambientais inibem a produção de citoxinas pulmonares protetoras
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Fonte: J.Toxicol.Environ.Health.2010;73(1):41-57.

 

 

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