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Fisioterapia
Coração e diabetes
Foi realizado em Atlanta o Congresso Americano de Cardiologia aonde foi muito discutido sobre o tratamento e prevenção da doença coronariana em pacientes diabéticos. Foi mostrado que não se deve ser excessivamente agressivo na redução da hipertensão arterial (manutenção a 110-70 mmHg) nestes pacientes, que possuem alto risco cardiovascular, e também que o emprego de alguns medicamentos para prevenção do diabetes, anti-agregantes plaquetários ou alguns tipos de stents de última geração não trouxeram benefício ao paciente diabético. Desta forma, algumas estratégias terapêuticas devem ser reavaliadas.Passou a idéia que algumas vezes, o controle excessivo pode trazer riscos.
E. Moralidis e colaboradores da Faculdade de Medicina de Atenas assinala que existe uma crescente prevalência de diabetes mellitus na doença cardíaca coronariana silenciosa. Nesses indivíduos a revascularização coronária pode dar resultado do que o atingido pelo atualmente recomendado tratamento médico. A cintilografia de perfusão miocárdica sob stress tem demonstrado ser eficaz no diagnostico de doença cardíaca coronária assintomática e predizer eventos cardíacos adversos em pacientes diabéticos. No entanto, a utilidade clínica de cintilografia de perfusão miocárdica é debatida intensamente devido à escassez de resultados futuros e baseada em evidências. A controvérsia decorre de vários estudos observacionais, dados epidemiológicos e análises de custo-efetividade. Assim, embora vários autores e organizações profissionais defendam o uso das imagens de estresse para a seleção de risco mais elevado em diabéticos assintomáticos, outros são cautelosos em recomendar qualquer tipo de teste de stress nessa população.

Fonte: Diabetes Metab Res Rev. 2010 Jun 27; 26 :336-347

 

 

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