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Educação Física
Prevenção de quedas em casa - TEXTO NOVO

M C Robertson e colaboradores, da Universidade de Otago, Nova Zelândia, estudaram a eficácia de um programa de exercícios ensinados por enfermeiras, desenvolvido em casa, para ajudar pessoas idosas a não caírem. Participaram 240 pessoas, de ambos sexos, com 75 ou mais anos, que foram randomizados, isto é, separados aleatoriamente, em dois grupos. No grupo A, com 121 pessoas, foi realizado esse programa de exercícios e o grupo B, com 119 pessoas, serviu de controle. No total, 90% dos participantes terminaram o ensaio em ambos os grupos, depois de um ano. O número de quedas foi reduzido em 46%, ou seja, o índice de risco do grupo B de ter uma queda era de 0,54. Houve 5 acidentes, mais graves, que necessitaram hospitalização, no grupo B. O programa custou 523 libras, ou, mais ou menos 1000 dólares por queda, prevenida, no grupo A. Os autores concluem que esses programas podem ser encaminhados por fisioterapeutas como já ficou comprovado, em estudos anteriores, e, agora, também por enfermeiras, que podem ser incluídas na equipe multiprofissional de atendimento de idosos.

(BMJ 2001 March 24;322:697)

 

A dor crônica na coluna lombar (CLBP) está se tornando mais e mais um transtorno na sociedade moderna. O aparecimento desse sintoma é resultante, principalmente, das alterações degenerativas nas articulações da coluna vertebral. O tratamento preventivo, não invasivo constitui um fator importante na terapia de doenças da dor crônica, eficazes para inibir a progressão da doença, reduzir a dor e na recuperação de da capacidade funcional dos pacientes.

Um novo estudo polonês incluiu 90 pacientes na idade de 42 a 82 anos, portadores de lombalgia crônica resultantes de alterações degenerativas. Os pacientes foram divididos em três grupos de 30 membros. O primeiro grupo usou o tratamento que consistia na aplicação de ultrassom. O segundo grupo foi tratado apenas com exercícios e no terceiro grupo foi realizada a combinação dos dois métodos: a terapia de exercícios e terapia pelo ultrassom. O tratamento foi continuado durante 2 semanas e foi efetuado diariamente, inclusive no fim de semana. Para a avaliação do nível da dor foi utilizada a escala de VAS (visual analog scale pain) que é uma maneira de medir o nível de dor de cada sujeito que indica a intensidade desta dor numa régua que vai de 0 a 10, por exemplo. Também foi aplicado um questionário para cada participante que confirmava o nível de dor sentida em capacidade funcional de movimentar a coluna. Os pacientes foram examinados duas vezes, antes e depois das terapias.

 

Em todos os pacientes foi notado significativa redução da dor. Além disso, o nível de deficiência motora dos pacientes tornou-se consideravelmente menor e a mobilidade da coluna vertebral para todos os testes aumentou significativamente. Não houve diferenças significativas entre os grupos após as três terapias. A aplicação de ultrassom, a terapia de exercício e a combinação destes dois métodos tiveram uma eficácia semelhante no tratamento de dor lombar crônica.

Fonte: Pol Merkur lekarski. 2015 Nov; 39 (233): 305-10.

 

 

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