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Fraturas do tornozelo e do pé na infância - TEXTO NOVO

As fraturas do tornozelo e do pé representam 12% de todas as fraturas pediátricas. Habitualmente necessitam de investigação por imagem cuidadosa para seu diagnóstico adequado. Nas últimas décadas apresentaram importante aumento nas taxas de incidência, inclusive aquelas relacionadas aos traumas complexos dessa topografia anatômica. Opções terapêuticas não adequadas podem resultar em complicações graves, como síndrome de compartimento, deformidades tridimensionais, necrose avascular e osteoartrose pós-traumática precoce com impacto negativo na função global do tornozelo e pé.
As lesões das placas epifisárias ao redor do tornozelo representam 10 a 25% de todas as lesões de placa de crescimento. São, portanto, as lesões fisárias mais prevalentes nos membros inferiores. Essas lesões da tíbia e fíbula distais podem levar a distúrbios de crescimento ósseo pós-trauma. 
São padrões típicos de fraturas por faixa etária no nível do tornozelo: 1 Fratura impactação e em flexão distal da tíbia (menores de 10 anos), 2. Fratura do maléolo medial (ao redor dos 10 anos), 3. Fratura epifisárias e metafisárias (período pré-puberdade), 4. Fratura de transição na região fisária (12 a 14 anos).

 

Fonte: r e v b r a s o r t o p . 2 0 1 6; 5 1(6):630-639

 

 

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