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Fibromialgia
Dor da criança
Muitas são as ocasiões nas quais a criança pode vir a apresentar dor. Existem dores relacionadas com procedimentos diagnósticos e terapêuticas, doenças infecciosas (otites, por exemplo), acidentes, fraturas, queimaduras, doenças oncológicas, doenças reumáticas, anemia falciforme e procedimentos cirúrgicos entre outros.
A maioria das dores que as crianças apresentam é habitualmente transitória e de intensidade baixa ou moderada. Quando o diagnóstico da existência da dor é feito, o tratamento deve ser rapidamente instituído.
Nos últimos dez anos houve aumento significativo das pesquisas sobre a experiência de dor na criança, traumas decorrentes e a memória associada a ela.
Crianças admitidas em hospitais, seja no serviço de emergência, na terapia intensiva, na enfermaria cirúrgica entre outras unidades, freqüentemente experimentam dor, medo e ansiedade, sendo muitas vezes incapazes de expressar os seus sentimentos. Desse modo, o tratamento para a dor pode ficar comprometido.
A percepção da dor na criança não depende somente do grau de lesão ou da doença, mas, também, de outros fatores tais como:
a) Fatores emocionais: a ansiedade pode aumentar a dor e esta, por sua vez, pode levar à ansiedade, ao medo, à frustração e à depressão.
b) Fatores comportamentais: relacionam-se ao comportamento e à resposta da criança aos pais e à equipe médica.
c) Fatores situacionais: Relacionam-se com as características da criança e suas experiências prévias, estado de desenvolvimento cognitivo, memória de dor prévia, personalidade, idade, aprendizados prévios, ambiente físico e fatores socioculturais da criança e de sua família.
Outras variáveis determinam a percepção da dor na criança, tais como o significado da dor para a criança, de que modo a sua presença é explicada, o contexto no qual a dor ocorre, a experiência prévia de dor, a precocidade da experiência, fadiga, gravidade da doença, nível de ansiedade, fatores culturais e reação dos pais à dor da criança.
Quando houver duvida sobre a existência ou não de dor, a opção deve ser pelo tratamento, salvo a existência de alguma contra-indicação.
Sempre que possível, associar métodos terapêuticos não-medicamentosos, tais como jogos, técnicas de relaxamento, repouso, frio, calor entre outros, à terapêutica medicamentosa. Essa união entre as diversas técnicas tem se mostrado de grande valor.
Em muitos países, a acupuntura tem sido reconhecida como procedimento útil no tratamento da dor.
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