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Psicologia
Coma de longa duração
Um americano que viajava ao lado do motorista, sofreu um acidente em 1984, quando o carro em que viajava despencou sobre um riacho. O
motorista do carro morreu, mas, equipes de resgate, um dia depois do acidente, encontraram esse passageiro, em coma, que assim permaneceu,
durante 19 anos, quando recuperou a consciência. Esses casos são de difícil explicação. Deve-se separar os casos que ficam em coma em que as funções cerebrais e orgânicas estão normais, mas o paciente não contata com o mundo exterior. A morte cerebral se dá na ausência de ondas cerebrais, durante 6 horas seguidas, e, nesse caso, os médicos estão autorizados a considerar o paciente como morto e usar os orgãos para fazer transplante; é quando o cérebro deixa de funcionar, mas, os outros orgãos continuam funcionando durante um período. No Kuwait, país muçulmano, o critério de morte é a ausência de batimentos cardíacos. S. Al-Shammri e colaboradores, clínicos, da Faculdade de Medicina, do Kuwait, observaram que 40 pacientes acidentados e que tiveram morte cerebral, tiveram uma média de 8,2 dias com as funções cardíacas normais. Dois terços dos casos teve sobrevivência de 6 dias, mas, nenhum chegou a ter 30 dias de manutenção dos batimentos cardíacos. Isso significa que o cérebro não tem controle sobre as atividades de todos os orgãos do organismo.
Fonte: Eur Neurol. 2003;49(2):90-3

 

 

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