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Educação Física
Acidentes no trampolim
G. Smith, pediatra, da Universidade de Ohio, E.Unidos, chamou de epidemia a enorme quantidade de acidentes ocorrida entre jovens até 18 anos, nos E.Unidos, durante os anos de 1990 a 1995. O aumento foi de 98%, isto é, passou de 29.600 registrados, em 1990, para 58.400, em 1995, o que significa que dobraram. A soma total, nesses 6 anos de acidentados,
foi de 249.400 jovens, ou seja, 59,4 acidentes para cada 100.000 crianças
americanas. A média de idade é de 10 anos e 50% são meninos. Por ano, 1.400 crianças são hospitalizadas por acidentes graves, ou seja, 3,3% do total de acidentados. Em 93% dos casos, os acidentes ocorrem fora das piscinas dos clubes, ou seja, são em casa ou locais de recreação.
Em 53% houve batidas, fraturas ou luxações (30%) e acidentes de laceração
(14%). (Pediatrics março/1998; 101:406-412)
P. G. Brown e colaboradores, neurocirurgiões infantis, da Faculdade de Medicina, da Geórgia, afirmam, baseados em 6.500 casos pediátricos de lesões na coluna cervical das crianças atendidas nos anos de 1978 a 1998 nos E.Unidos, que isso representa um aumento do número de casos de cêrca de 5 vezes, nessa década. Descrevem casos de paraplegia, quadriplegia e mortes. Os autores defendem a idéia que falta cuidados de prevenção, maior necessidade de aquecimento nos casos de acidentes. Ao final propõem que esse esporte seja proibido para crianças.
Fonte: Pediatr Neurosurg. 2000 Apr;32(4):170-5.

 

 

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