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Musicoterapia
Música e medicina
No século 14, sessões musicais já eram realizadas para o estabelecimento de diagnóstico, a terapêutica e o prognóstico de cura ou de morte. As ?casas de saúde? eram povoados de executantes de instrumento. Algumas peças musicais eram tidas como antídotos contra venenos e outras eram consideradas tranqüilizantes poderosos. Certas peças musicais eram tocadas como afrodisíacos, outras como aceleradores do parto. A música medieval era instrumento muito acatado de cura em numerosas
enfermidades. Os médicos aprendiam a palpar competentemente a artéria radial no pulso para sentir a ?música do pulso?, que continha ritmo, o
equilíbrio do corpo. Além dessa obsessão pelo pulso, os médicos medievais preocupavam-se, sobretudo, com a influência dos astros sobre a saúde. Para poderem fazer suas análises horoscópicas (astrológicas), muitos deles tornavam-se especialistas no uso de astrolábios (aparelhos que possibilitam discriminar a posição de corpos celestes e as estrelas).
N. Cuellar e colaboradoras, enfermeiras, da Universidade da Pensilvania, estudaram os tipos de medicação alternativas que 186 idosos usavam para aliviar as suas queixas e dores. Ficaram surpresas que os cantos e musicas religiosas estavam incluídos entre as principais medidas, tanto entre os idosos brancos como entre os negros.
Fonte: BMC Complement Altern Med. 2003 Nov 18;3(1):8

 

 

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