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Reumatismo
A ação da aspirina
A aspirina é ácido acetilsalicílico, cuja matéria-prima, o salicilato que é originário da casca de árvores do salgueiro usado como um remédio popular por centenas de anos e que alivia a dor, reduz a febre e a inflamação. A aspirina está na categoria das chamadas drogas antiinflamatórias não esteróides (cuja sigla em inglês é NSAID e em
português AINS) que inclui um grande número de medicamentos para o alívio da dor ibuprofen, naproxeno, diclofenaco. Estes medicamentos
obstruem a ação de uma enzima chamada o ciclooxigenase, que é responsável para um grande número de funções orgânicas, incluindo a
inflamação e a febre. A aspirina como interfere na ação de coagulação do sangue reduzindo a ação da agregação das plaquetas, é usada para impedir algumas doenças do coração, artérias e do sangue, como exemplo o infarto do coração, o derrame cerebral, etc... Essa ação preventiva da aspirina é usada para pessoas que tem fator de risco, sexo masculino, histórico familiar de morte por doença de coração, pressão alta, fumante, colesterol elevado, histórico familiar e falta de exercícios. As mulheres excluindo as maiores de 65 anos, esses fatores de risco são mais protegidas pelos hormônios femininos, até a menopausa. A terapia diária com aspirina também protege os que já sofreram um ataque cardíaco anterior impedindo ataques futuros. A doença cardiovascular é a principal causa de morte nos diabéticos, e a aspirina pode reduzir o risco de um ataque cardíaco. Aspirina é usada para aliviar alguns sintomas causados por artrite, como inflamação,
inchaço, rigidez e dores nas articulações. Entretanto, esse medicamento não cura a artrite e só faz efeito enquanto está sendo usada. Alivia as
dores agudas dos ataques da gota, bursites, tendinites, torcicolos, tensões ou cólicas menstruais.
A droga antiinflamatória não esteróide pode causar efeitos colaterais, dolorosos e incômodos, especialmente quando é usada por muito tempo
ou em grandes doses. Deve-se sempre observar os benefícios e os riscos ao se ingerir aspirina
em grande quantidade e por muito tempo, principalmente nos idosos. M.Benkirane e colaboradores, médicos plantonistas da Universidade de Rabat, no Marrocos, fizeram um levantamento no atendimento de pacientes que estavam tomando aspirina tanto como efeito preventivo, para as doenças cardiovasculares, assim como para o combate de dores articulares, a principal queixa era de dores no estômago. Esses pacientes submetidos a uma endoscopia 45% tinham uma úlcera gástrica, desse total 8,7% tinham sangramento e 9,3% tinham úlcera perfuradas.A aspirina pode ser vendida por comprimidos tamponados; ou seja tem uma camada protetora para impedir a ação corrosiva
no estomago. Outras medicações devem ser
usadas se ingestão de aspirina passar de 10 dias.
Fonte: Sante. 2005 May 1;15(2):113-117

 

 

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