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Fisioterapia
Doença de Parkinson
Em 1817, o médico inglês James Parkinson foi o primeiro a descrever a enfermidade, como uma doença que causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio e alterações na fala e na escrita. A doença de Parkinson, pode ser considerada uma das
mais complexas desordens neurológicas, atinge
aproximadamente 1% da população acima dos 60 anos. É uma doença do sistema nervoso central, que afeta as zonas do cérebro encarregadas do controle, e da coordenação do movimento, do tônus muscular e da postura. A lentidão de
movimentos e a falta de expressão facial, são algumas das características iniciais. No dia 11 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Parkinsoniano. Quando os tremores começam, eles ficam mais evidentes em posição de descanso e em repouso. Levantar-se ou sentar-se numa cadeira, ou na cama começa a ser feito com dificuldade e lentidão. Durante a marcha, os passos ficam curtos e arrastados, e a cabeça tende a se abaixar, o que provoca a curvatura acentuada dos ombros e um desequilíbrio geral que pode causar quedas freqüentes. Por conta dos sintomas da doença, o paciente tende a se isolar, por ter dificuldade de realizar as atividades do
dia-a-dia, piorando mais ainda a sua qualidade de vida. Estima-se que os pacientes portadores da Doença de Parkinson, já apresentem uma perda de 50 a 80% da função neuronal dopaminérgica, por ocasião da detecção dos primeiros sinais ou sintomas da doença, dando uma pista para fazer o tratamento adequado. R.Reder e colaboradores, psiquiatras e neurologistas da Universidade de Budapeste, Hungria constataram que 40% dos pacientes que começam a apresentar os sintomas de Parkinson, entram em depressão e precisam ser tratados com anti-depressivos.
Fonte: Neuropsychopharmacol Hung. 2004 Jun;6(2):82

 

 

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