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Psicologia
Cirurgia plástica: minimizando os riscos
Os cirurgiões plásticos brasileiros passam obrigatoriamente, por dois anos de formação em cirurgia geral. Isto significa que já sabem como lidar com todas as alterações metabólicas, e eventuais intercorrências que cirurgias causam no organismo até chegarem em cirurgias eminentemente estéticas. Existem cirurgiões gerais que realizam lipoaspiração, e também existem médicos de diversas especialidades, sem experiência em cirurgia geral, realizando lipoaspirações. Os pacientes devem se certificar antes de realizar essas intervenções. Vários exames pré-operatórios devem ser solicitados, para que se investigue o estado geral do paciente se não tem anemia, diabetes, problemas cardíacos ou alergias. Caso seja portador de alguma doença, deve estar clinicamente, compensado ou estável para a cirurgia. Se o paciente usa medicamentos, fuma, drogas, têm síndrome do pânico, reações alérgicas, está amamentando ou grávida, não deve em hipótese alguma, omitir estas informações de seu médico. A cirurgia escolhida deve ser minuciosamente explicada, bem como seus riscos a cada paciente. O ideal é que se assine um termo de consentimento informando, onde todas as informações pertinentes à cirurgia em questão são explicadas e entendidas. O local onde o procedimento será realizado deve ser um ambiente cirúrgico, isto é, asséptico e com condições de atendimento em caso de urgência, de preferência num hospital com a presença de um anestesista habilitado. M.Chaouat e colaboradores, cirurgiões plásticos do Hospital Rothschild, de Paris, fizeram um estudo retrospectivo com 258 mulheres, que submeteram à cirurgia para dermolipectomia abdominal, retirada de gordura do abdômen e lipoaspiração. Seis tipos de complicações pós-operatórias foram anotados: hemorragias em 1,2%, em linforrea em 10,9%, infecção em 7%, necrose da pele em 6,6%, nó deiscência da cicatriz em 2,3%, acidentes tromboembólico em 1,2%. Nenhuma diferença significativa ocorreram com pacientes que fizeram ou não a lipoaspiração concomitante. A soma chegaram a 29,1% de complicações.
Fonte: Plast Reconstr Surg. 2000 Dec; 106(7): 1614-8

 

 

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