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Psicologia
A perda auditiva e a surdez
A perda auditiva pode ter variados graus, sendo que quando ela chega ao máximo, chama-se surdez. Nos casos de perda auditiva de grau leve as pessoas podem não se dar conta que ouvem menos; somente um teste de audição (audiometria) vai revelar a deficiência. Quando a perda auditiva passa a ser moderada para severa, os sons podem ficar distorcidos e na conversação as palavras se tornam abafadas e mais difíceis para entender, particularmente quando têm várias pessoas conversando em locais com ruído ambiental ou salas onde existe eco. O som da campainha e do telefone tornam-se difíceis para serem ouvidos; o deficiente auditivo pede a todo momento que falem mais alto ou que repitam as palavras. Em alguns casos de surdez existem sintomas adicionais, como por exemplo:
zumbido e vertigem que se constituem na doença de Menière. A surdez pode ser congênita. Nesses casos os recém-nascidos com surdez severa e profunda, tem um sinal clínico que não se assustam com sons altos. Crianças com problemas de audição, sem a devida assistência, têm
dificuldades no desenvolvimento da linguagem. Se chegam à idade escolar sem que a surdez tenha sido diagnosticada, o aprendizado será difícil,
simplesmente porque essas crianças ouvem mal o que está sendo ensinado. R.V. Harrison e colaboradores do Hospital for Sick Children, de Toronto, no Canadá fazem uma revisão dos estudos, que comparam uma intervenção precoce e a tardia nas crianças, com surdez profunda devido a um defeito congênito. O implante coclear é a intervenção padrão nesses casos. Segundo esses autores os melhores resultados são obtidos quando o implante, é feito o mais cedo possível entre 1 a 15 anos.
Fonte: Dev Psychobiol. 2005 Apr;46(3):252-61

 

 

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