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Psicologia
Incapacitados e influências mentais
No senso da população brasileira de 2000 do IBGE, os dados foram colhidos por amostragem, ou seja, os questionários completos (que incluem as perguntas sobre deficientes); foram passados a cada dez domicílios visitados. E mostraram que 10% da população são deficientes físicos. Portanto, refletem uma amostragem da população do Brasil, e não a totalidade de pessoas portadoras de deficiência do país. A OMS - Organização Mundial de Saúde, consideram que em países desenvolvidos, 10% da população é portadora de algum tipo de deficiência. Mas, no site U.S.Census, do Governo Americano, verifica-se que o censo de 1995 encontraram 20% de pessoas com algum tipo de deficiência. Se nos Estados Unidos são 20%, como acreditar que aqui temos menos que isso, com todo nosso histórico de pobreza, desnutrição e a falta de prevenção. O censo indica um número maior de deficiências, uma vez que as pessoas incluídas em mais de um tipo de deficiência foram contadas apenas uma vez. Os autores tem verificado as informações sobre incapacidades físicas relacionadas aos membros inferiores, e coluna dadas pelos pacientes podem ser influenciadas pelo estado emocional e mental, além de evidentemente pelas próprias lesões das articulações. S.Botha-Scheepers e colaboradores, reumatologistas da Universidade de Leiden, Holanda usando International Classification of Functioning, Disability and Health, que correspondem ao Código Internacional das Doenças em nível de incapacidades físicas devido a artrose examinaram 316 pacientes com dores no joelho e na coxo-femural, estado emocional e mental das pessoas. Foram aplicados dois testes:
1)Western Ontario and McMaster Universities OA index (WOMAC) que avalaia a função da articulação pelos relatos do paciente e que depois é comparado pelo exame físico, radiografias e tomografias; 2) o teste de percepção da doença Illness Perception Questionnaire (IPQ-R) e seu componente mental RAND 36-item Health Survey. Os autores calcularam uma média normal desses
dois testes de 22,2 (pois variaram de 9,6 até 43,5). Foi constatado que 91 pacientes relataram mais queixas e incapacidades do que deveriam ter, 120 relataram menos queixas do que o esperado. Os pacientes com dor lombar, que estejam fazendo fisioterapia ou exercícios, e tem alto IPQ-R tem a tendência de queixarem-se mais do que a média esperadas. Se tiver baixo IPQ-R, poucas alterações emocionais e boa saúde mental, a tendência é se queixar menos.



Fonte: Osteoarthritis Cartilage. 2006 May 30

 

 

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