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Educação Física
É derrame cerebral
No dia 27 de julho de cada ano comemora-se o Dia Nacional do Acidente Vascular Cerebral (AVC). A doença popularmente conhecida como derrame,
é a segunda causa de morte na capital paulista e terceira no Brasil, além de ser um dos principais motivos de incapacidades físicas e cognitivas, consumindo 5% dos orçamentos de saúde no mundo. As causas do AVC são: pressão arterial alta, sem tomar a medicação e com controle
medico freqüente, falta de praticar exercícios físicos regularmente, fumar e abuso de bebidas alcoólicas. O Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI),é o tipo de AVC no qual ocorre obstrução de uma artéria. Essa é a forma mais freqüente da
doença, sendo responsável por cerca de 80% dos casos. No atendimento do AVCI, o tempo é crucial. Quanto mais rápido o tratamento for iniciado, maiores serão as chances de sobrevivência e de ausência de seqüelas. Por isso, é importante conscientizar a população sobre como reconhecer um derrame e solicitar auxílio rapidamente. O Protocolo de Tratamento Emergencial ao Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI) inclui a administração de medicamento trombolítico criado por engenharia genética (medicamento que dissolve o coágulo que obstrui a passagem do sangue para o cérebro) aprovado pelas principais diretrizes nacionais e internacionais de tratamento do AVC. Quando administrado no intervalo de zero a três horas do início dos sintomas, o medicamento aumenta em até três vezes as chances de uma recuperação completa, sem seqüelas como incapacidade de fala, locomoção, distúrbios
de memória e raciocínio. Tal característica possibilita a melhora significativa da qualidade de vida daqueles que são acometidos pelo AVCI. Como conseqüência do sucesso do Protocolo de AVC implantado há cerca de três anos em hospitais nacionais, 70% dos pacientes que sofreram
Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI), saíram do hospital sem nenhuma ou quase nenhuma incapacidade. Os principais sintomas são: 1-Perda de força ou da sensibilidade de um
lado do corpo (adormecimento ou paralisação da face, do braço, da perna ou de um lado do corpo); 2-Alteração da visão como borramento da visão,
diminuição da visão em um dos olhos; 3-dificuldade para engolir;4-Dificuldade para falar ou entender o que os outros estão falando,
mesmo as frases mais simples; 5-Perda da coordenação motora, como dificuldade para andar ou manter-se em pé 6-Perda da consciência; 7-Tontura 8-Dores de cabeça fortes e persistentes;
L.H.Krarup e colaboradores, neurologistas da Universidade de Copenhagen, Dinamarca, compararam ao acaso 127 casos de AVCI que faleceram e compararam 301 casos de pacientes que tiveram AVCI, e não morreram constataram os que faleceram, com idade, sexo, tomavam a
mesma medicação. Os autores descobriram que o grande diferencial entre os dois grupos: foram os que faleceram, fizeram os mesmos exercícios na semana que passou.
Fonte: Cerebrovasc Dis. 2007 Jul 17;24(2-3):296-300

 

 

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