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Educação Física
Fraturas por estresse
Apesar de que todos conhecem a dureza dos ssos, existem uma série de fraturas que ocorrem sem batidas muito fortes. Existe a chamada fratura por estresse que tem como causa principal a repetição de pequenos movimentos, que produzem uma fratura que pode atingir desde os atletas profissionais até praticantes de exercícios de final de semana. Esse tipo de fratura causa dores durante ou após atividades físicas que ocorre em
conseqüência de uma sobrecarga de exercícios físicos com a mesma intensidade, provocando um desgaste ósseo. Essa fratura pode ocorrer com iniciantes das academia, mulheres com osteoporose e, principalmente, em atletas de final de semana. Nesse últimos as microfraturas acontecem pela falta de preparo físico e nos profissionais, principalmente, pela overdose (excesso) de treinos. A dor moderada ou intensa, é confundida com dor muscular pois a fratura não é detectada, em estágio inicial, pelo Raio X convencional. Desta forma, a fratura só é percebida quando há formação de um calo ósseo, pela união de microfraturas, entre a 1ª e a 3ª semana. Mas, normalmente, percebida antes da fratura real. Toda a suspeita de fratura por estresse é importante a interrupção imediata dos treinamentos e jogos programados para que não haja complicação posterior. Os membros afetados pelas fraturas por estresse são os inferiores, em especial os pés, a tíbia, o fêmur e a bacia, lesionados, na maioria das vezes, por caminhadas e corridas, as principais atividades que desencadeiam as lesões. As fraturas por estresse são tratadas com repouso e anti-inflamatórios. Algumas vezes é necessário imobilizar o membro afetado e, em casos mais graves ou de recidivas, pode ser necessária cirurgia. O melhor remédio ainda é a prevenção, e para isso é importante que os atletas, profissionais ou não, estejam atentos a
alguns cuidados, como alongamentos, roupas e tênis adequados e aos limites do corpo. Sempre que possível, fazer um planejamento de exercícios, acompanhado de um treinados profissional, que está atento para evitar a sobrecarga e dar importância aos períodos de repousos entre as atividades, é um grande passo na prevenção.
M. Hossain e colaboradores, ortopedistas ingleses chamam atenção para a possibilidade de existir fraturas ocultas, ou seja tem fraturas de diversos ossos do corpo mas a radiografia simples desse osso não revela a fratura. Descrevem 76 pacientes com dores persistentes no quadril, que as radiografias não acusavam as fraturas mas os pacientes queixavam-se de dores, quando foi feita a Ressonância Magnética da região foi descoberto que 15 fraturas eram do tipo stress.
Fonte: Injury. 2007 Sep 17;

 

 

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