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Musicoterapia
Ecocardiografia Fetal
O feto com apenas quatro meses de vida, não mede mais do que 20 centímetros. Nessa idade, o coração do bebê é menor do que uma uva. Mesmo com medidas extremamente delicadas, a Medicina já consegue diagnosticar se a futura criança apresenta alguma anormalidade cardíaca. A Ecocardiografia Fetal é o exame de ultra-sonografia do coração do feto, realizado, preferencialmente, entre a 16ª e a 28ª semana de gestação, que analisa a anatomia cardíaca, função do miocárdio e o ritmo do coração. É possível, reconhecer disfunções cardíacas relacionadas a patologias maternas, obstétricas ou, anomalias extra-cardíacas. Em casos especiais, como,
por exemplo,antecedentes de cardiopatias congênitas em filhos anteriores,abortos espontâneos anteriores sem causas definidas, exposição precoce e agentes teratogênicos(que causam alterações fetais na gestação), a Ecocardiografia Fetal pode ser feita antes desse período por via transvaginal. Desde o início da década de 90, a Ecocardiografia Fetal é considerada um exame de rotina durante o
Pré-Natal em vários países, inclusive no Brasil,
onde tem sido mais difundida nos últimos anos.
Dura, em média, vinte minutos e não apresenta
contra-indicações. O especialista acomoda a
paciente com o abdome em posição superior e,
com o auxílio do gel e tradutor de ultra-sonografia obstétrica ou cardiológica, avalia o coração fetal nos mínimos detalhes. Durante o exame, o médico examinador já disponibiliza as informações necessárias à gestante e ao seu médico acompanhante. Existe um grupo de pacientes que não pode deixar de fazer, como gestantes que já tenham história de perda fetal anterior, mulheres com mais 35 anos, ou que sejam diabéticas. A importância da realização da Ecocardiografia Fetal está diretamente ligada à qualidade de vida da
criança. O diagnóstico precoce de patologias
como cardiopatias congênitas, insuficiência
cardíaca e disritmias cardíacas do feto
possibilitam ao médico o tempo necessário
para que se possa planejar um tratamento hábil.
Quanto mais cedo for diagnosticado o problema
melhor. R.Jacherman e colaboradores,
cardiologistas do Childrens Heart Center,
Las Vegas realizaram 1328 ecocardiografias
fetais em 990 fetos, durante 3 anos. Encontraram
6 casos de ausência do ductus venoso-absent ductus venosus-ADV (dando uma proporção de 6 casos/em 1000 exames realizados). Os autores afirmam que esse exame deve ser feito em casos de cardiomegalia (coração aumentado), presença de veias ou cordão umbelical aumentado e a presença de anormalidades, atômicas extracardíacas.
Fonte:

 

 

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