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Psicologia
Dia Mundial da Hepatite
O Dia Mundial da Hepatite comemorado em 19 de maio 2008 foi lançado pela Organização Mundial da Saúde em resposta à preocupação de que a hepatite viral crônica não tem um nível de conscientização e nem a determinação política dos governos para tratá-la como é feito com a AIDS, Tuberculose e malária. Isto ocorre apesar do fato de o número das pessoas infectadas cronicamente e o número de pessoas cuja morte é
causada pelos vírus das hepatites B e C serem da mesma escala.
Suspeita-se que 500 milhões de pessoas em todo o mundo estão atualmente infectadas com a hepatite B, C1 ou C2. Isto é 10 vezes mais do que o
número de pessoas infectadas com AIDS. Entre os infectados, as hepatites B e C matam 1,5 milhões de pessoas por ano. Uma em cada três pessoas do planeta foi exposta a um ou ambos os vírus O mais grave que a maioria das 500 milhões de pessoas infectadas não sabem que têm o vírus e não se tratam. A hepatite B é uma das principais doenças da humanidade e constitui um grave problema de saúde pública mundial. Essa hepatite é prevenida com vacina segura e eficaz que esta disponível desde 1982. Das 2 mil milhões de pessoas que foram infectadas com o vírus da hepatite B (HBV), mais de 350 milhões passaram a ter a forma crônica e passam a ter alto risco de morte por cirrose do fígado e câncer, doenças que matam cerca de um milhão de pessoas por ano em todo o mundo Embora a vacina não cure a hepatite crônica, ela é 95% eficaz na prevenção de infecções que os portadores de hepatite crônica apresentam durante toda a vida.
H.Okushin e colaboradores médicos do Hospital da Cruz Vermelha, do Japão investigaram a eficácia terapêutica em curto prazo, de múltiplas doses diárias intravenosas de interferon (IFN-beta) em pacientes com hepatite B constatada pela biopsia ou com a presença no sangue do antígeno (HBeAg)-positivo hepatite crônica B. IFN-beta foi administrado por via intravenosa durante um período de 28 dias, em 26 pacientes positivos. Os doentes foram acompanhados durante 24 semanas após o final do tratamento. Seis meses após o término do tratamento, houve uma normalização dos exames de sangue em 13 (50,0%) dos 26 pacientes. A terapia convencional, feita via intramuscular ou subcutânea tinha a duração 12 semanas ou ate mais de 1 ano para obter esse resultado. Essa técnica produziu menos efeitos adversos, maior eficácia, e um tratamento mais curto prazo levaram a uma melhoria qualidade de vida dos pacientes.

Fonte: World J Gastroenterol. 2008 maio 21; 14 (19) :3038-43.

 

 

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